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sexta-feira, 10 de abril de 2020

1996: Santa Maria fez a maior renovação de sua história

Em 1996, a empresa Santa Maria adquiriu 17 ônibus novos, resultando na sua maior renovação de frota em relação ao seu porte e a maior até então.



A companhia, naquele momento, estava retirando de circulação a maior parte dos seus ônibus da classe pesado, que eram da montadora Volvo, além de alguns veículos de motor dianteiro, com 2 portas, como o 20311, um Caio Vitória curto de chassi OF-1315 de ano 1990 que foi vendido a uma Auto Escola do bairro Vila União. Vale lembrar que, nesta época, a frota da empresa não chegava a 50 veículos, ou seja, a renovação de 1996 representou aproximadamente 37%.


No ano seguinte, a Santa Maria adquiriu mais 6 ônibus semi pesados, e 6 micros, o que retirou de vez todos os ônibus Volvo e a frota ficou com uma idade média excelente, sendo uma das mais novas de Fortaleza.

Saiba o prefixo dos veículos comprados em 1996 e 1997 divididos por modelos:

1996

Busscar Urbanus - Mercedes-Benz OF-1620

20306, 316, 319, 333, 343, 344

Marcopolo Torino GV - Mercedes-Benz OF-1620

20307, 310, 311, 312, 315, 324, 328, 331, 332, 335, 342

1997

Marcopolo Torino GV - Mercedes-Benz OF-1620

20303, 304, 305, 314

Busscar Urbanus - Ford B-1618

20317, 20334

Marcopolo Sênior GV - Mercedes-Benz LO-814

20345 a 20350


Fonte: MOB Ceará
Redação: Narcísio Santos

15 comentários:

Francisco Roberto disse...

Ou seja, em 1996, a empresa teve a sua frota formada 100% por caminhÔnibus. Que tristeza!

Narcisio Santos disse...

Como tristeza? Se os chassis 1620 eram os mais robustos da mercedes com motor dianteiro?

Maciel Neto disse...

Os 1620 na época eram top de linha..

Nao disse...

o homem ai está totalmente enganado.
pesquisa ai é tira as duvidas

San disse...

Foi o comeco do fim. Nunca sera boa noticia trocar onibus pesado por motor dianteiro. Mas o fortalezense se contenta com pouco...

Narcisio Santos disse...

A empresa teve 8 pesados apenas, o resto da frota era toda leve, e comprou 17 semi pesados em 1996, ou seja, aumentou consideravelmente a capacidade de transporte da frota.

Narcisio Santos disse...

Os Padron Rio Volvo tinham capacidade de transporte até INFERIOR a esses carros de 1996,o que difere é para o empresário, na redução de custo. Sequer podemos medir o conforto no comparativo, pois esses Volvos não tinham suspensão a ar.

Francisco Roberto disse...

Tristeza m e s m o cara! Uma frota composta somente por desconfortáveis caminhÔnibus. Sem sequer ter uns poucos ônibus com chassi pesado, que proporcionam infinitamente mais estabilidade e conforto. E sem falar do fato que esse tipo de chassi, foi feito especialmente pensado para o condutor e o passageiro. Enquanto que o d e s c o n f o r t á v e l chassi com motor frontal. Não passa de um chassi de caminhão, a d p t a d o, para o transporte de passageiros. Pensado somente para o lucro do empresário, em detrimento de nós usuários transporte público.

Francisco Roberto disse...

Nisto tudo só posso sentir tristeza mesmo cara! Pois neste temos, r e g r e d i m o s em relação aos anos 80 e até pouco mais da metade dos anos 90.

Ismael Bernardino disse...

A suspensão do Volvo era mista, bolsões de ar montados entre o chassi e os feixes de molas.

Francisco Roberto disse...

Narcisio Santos, só que você esqueceu que, mesmo tendo feixes de molas. A e s t a b i l i d a d e destes Volvos, obtida por terem seus motores localizados no centro do chassi. Por si só, já nos proporcionam conforto, como também, seguranças aos condutores nas manobras. Ora! Nem isto os chassis com motorização frontal, proporcionam! E outra vantagem destes volvos frente aos chassis com motorização frontal. É o espaço de embarque e desembarque frontal, sem aquele i n c ô m i d o COFRE do motor localizado na parte da frete. Que não só diminui o espaço para o embarque e desembarque de passageiros. Como também diminui o espaço do condutor ao se dirigir ao seu assento para condução o veículo! A verdade meu caro. É que chassi com motor na frente, foi pensado e feito somente para o transporte de cargas. Taí o porque que não vemos caminhões com motor traseiro. Enquanto que os chassis pesados. Por suas claras configurações. Foram pensados e feitos somente para nós passageiros. E outra verdade é que o chassi com motor na frete. S Ó beneficia o empresário.

Narcisio Santos disse...

Ha.. por isso não sentia tanto conforto naqueles mais baixinhos de 1991 e 1992

Narcisio Santos disse...

O comprimento da carroceria desses Ciferal Volvo não era maior que os Torino GV Mercedes, acaba que o espaço interno não muda muita coisa. A diferença no conforto não paga o custo mensal de mantê-los, o que impacta diretamente no custo da passagem.

Carlos disse...

Realmente, nem é a ganancia dos empresários que explica ainda existirem ônibus com motor dianteiro no Brasil, é a total falta de compromisso dos legisladores. Países mais pobres que o nosso possuem frotas com motor central ou traseiro.

Francisco Roberto disse...

Se comprimento do Ciferal Padron Rio Volvo não era maior que o do torino mb of1620. Ele tinha no mínimo o mesmo tamanho. Assim o espaço interno em tese seria o mesmo. O conforto paga s i m, o curso mensal de mante-lo. Caso p o r é m o empresário se preocupa-se com o conforto do passageiro. Coisa que infelizmente n ã o acontece. Pois ele só se preocupa com o seu lucro. Pernambuco de acordo com a tabela do ICMS/2019. Tem a mesma alíquota do nosso Ceará de 18%. E no entanto, o pernambucano usufrui de ônibus pesado Volks 17-280 OT https://onibusbrasil.com/PedroMillennium/7715997. Fora o fato dele ter o número de articulados infinitamente maior do que o nosso estado! E nós cearenses? Porque não temos o mesmo que os pernambucanos.